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	<title>Poéticas Visuais</title>
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	<description>Portal das Poéticas Visuais – Unesp-Bauru - Qualis CAPES B3 Artes/Música, B2 Interdisciplinar e B5 Ciências Sociais Aplicadas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Apr 2013 01:16:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
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		<title>Pontuando&#8230; 3 &#8211; Lançamento do Vol 2 dos livros da Série Poéticas Visuais</title>
		<link>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/pontuando-2/pontuando-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 18:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pontuando]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O <strong>Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais</strong> desde novembro de 2010 se tornou uma realidade com a aprovação da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp, na pessoa da professora Dra. Marilza Vieira Cunha Rudge.</p>
<p>Desde então, a equipe que organiza o programa &#8211; representado pelo Conselho de Curso Pró-Tempore – se debruçou na tarefa de atender aos requisitos necessários para reconhecimento da Capes – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – e, portanto, estamos aguardando esta importante recomendação. Estamos confiantes e, para tanto, estamos lançando o número 3 da Revista Poéticas Visuais, com artigos de renomados pesquisadores em artes do Brasil e do exterior.</p>
<p>Assim, o sucesso da revista vem legitimando nossos anseios em construir interfaces acadêmicas cada vez mais comprometidas com a divulgação do que se produz em nível superior.</p>
<p>Vale lembrar, também, que já publicamos dois livros da <strong>Série Poéticas Visuais, Volume 1, Arte &amp; Linguagem, e Arte &amp; Tecnologia</strong>, lançados em 2010 e que foram relançados no <strong>Congresso da Sociedade Interdisciplinar de Comunicação</strong> &#8211; Intercom, realizado de 2 a 6 de setembro de 2011. Em janeiro/fevereiro de 2012, já contamos com a publicação dos volumes 2 da série.</p>
<p>Convidamos a todos para participarem das nossas edições.</p>
<p>Saudações acadêmicas,</p>
<h3><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706873T2" target="_blank">Ricardo Nicola</a><br />
</strong><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Editor Executivo e Coordenador Pró-Tempore do Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais</span></h3>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais</strong> desde novembro de 2010 se tornou uma realidade com a aprovação da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unesp, na pessoa da professora Dra. Marilza Vieira Cunha Rudge.</p>
<p>Desde então, a equipe que organiza o programa &#8211; representado pelo Conselho de Curso Pró-Tempore – se debruçou na tarefa de atender aos requisitos necessários para reconhecimento da Capes – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – e, portanto, estamos aguardando esta importante recomendação. Estamos confiantes e, para tanto, estamos lançando o número 3 da Revista Poéticas Visuais, com artigos de renomados pesquisadores em artes do Brasil e do exterior.</p>
<p>Assim, o sucesso da revista vem legitimando nossos anseios em construir interfaces acadêmicas cada vez mais comprometidas com a divulgação do que se produz em nível superior.</p>
<p>Vale lembrar, também, que já publicamos dois livros da <strong>Série Poéticas Visuais, Volume 1, Arte &amp; Linguagem, e Arte &amp; Tecnologia</strong>, lançados em 2010 e que foram relançados no <strong>Congresso da Sociedade Interdisciplinar de Comunicação</strong> &#8211; Intercom, realizado de 2 a 6 de setembro de 2011. Em janeiro/fevereiro de 2012, já contamos com a publicação dos volumes 2 da série.</p>
<p>Convidamos a todos para participarem das nossas edições.</p>
<p>Saudações acadêmicas,</p>
<h3><strong><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706873T2" target="_blank">Ricardo Nicola</a><br />
</strong><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Editor Executivo e Coordenador Pró-Tempore do Programa de Pós-Graduação em Poéticas Visuais</span></h3>
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		</item>
		<item>
		<title>Trajetórias da linguagem</title>
		<link>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/resenhas-2/trajetorias-da-linguagem/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[arte plástica]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><em><strong>Nelyse Apparecida Melro Salzedas</strong></em></p>
<p>Arte e Linguagem – vol. 1” da Série Poéticas Visuais é uma coleção de artigos sobre artes plásticas, que trabalham em uma relação interdisciplinar com outras artes e linguagem.</p>
<p>Meyer Shapiro (2000), em “Mots et Images” considera a dificuldade encontrada pelo artista plástico, quando da transposição de imagens advindas de textos escritos para a sua linguagem, e isso pode ser visto em vários artigos.</p>
<p>Um dos artigos, “Susana e Os Velhos”, telas de Tintoretto, engrossa as possibilidades do dito do texto bíblico para a pintura. O pintor veneziano foca suas telas na dúvida do julgamento de Susana. Teria ela razão? Isso é expresso em uma tela exposta no museu de Viena; os juízes tinham razão? Outra está exposta no Museu do Louvre.</p>
<p>Um outro exemplo são as Gabrielas de Di Cavalcanti, semelhantes às de Jorge Amado.</p>
<p>A relação de arte plástica com o cinema também presentifica-se em artigos sobre “Os Sonhos”, de Kurosawa e “O Sorriso de Monalisa”.</p>
<p>Um outro artigo investiga o processo de criação pela intervenção na obra de arte, como vai acontecer com Darcy Penteado.</p>
<p>Vários métodos de leitura foram manipulados pelos articulistas desde a Estética da Recepção à Iconologia e Iconografia de Panofsky (1979) da Escola Alemã.</p>
<p>O livro em questão centra-se na linguagem e suas possibilidades, e expressas no ato da criação.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Nelyse Apparecida Melro Salzedas</strong></em></p>
<p>Arte e Linguagem – vol. 1” da Série Poéticas Visuais é uma coleção de artigos sobre artes plásticas, que trabalham em uma relação interdisciplinar com outras artes e linguagem.</p>
<p>Meyer Shapiro (2000), em “Mots et Images” considera a dificuldade encontrada pelo artista plástico, quando da transposição de imagens advindas de textos escritos para a sua linguagem, e isso pode ser visto em vários artigos.</p>
<p>Um dos artigos, “Susana e Os Velhos”, telas de Tintoretto, engrossa as possibilidades do dito do texto bíblico para a pintura. O pintor veneziano foca suas telas na dúvida do julgamento de Susana. Teria ela razão? Isso é expresso em uma tela exposta no museu de Viena; os juízes tinham razão? Outra está exposta no Museu do Louvre.</p>
<p>Um outro exemplo são as Gabrielas de Di Cavalcanti, semelhantes às de Jorge Amado.</p>
<p>A relação de arte plástica com o cinema também presentifica-se em artigos sobre “Os Sonhos”, de Kurosawa e “O Sorriso de Monalisa”.</p>
<p>Um outro artigo investiga o processo de criação pela intervenção na obra de arte, como vai acontecer com Darcy Penteado.</p>
<p>Vários métodos de leitura foram manipulados pelos articulistas desde a Estética da Recepção à Iconologia e Iconografia de Panofsky (1979) da Escola Alemã.</p>
<p>O livro em questão centra-se na linguagem e suas possibilidades, e expressas no ato da criação.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Percurso dos estudos em tecnologias na arte</title>
		<link>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/resenhas-2/percurso-dos-estudos-em-tecnologias-na-arte/</link>
		<comments>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/resenhas-2/percurso-dos-estudos-em-tecnologias-na-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias da informação e da comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[TICS]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><em><strong>Ricardo Nicola</strong></em></p>
<p>Enveredando-se pelos caminhos das tecnologias da informação e da comunicação (TIC´s), o livro “Série Poéticas Visuais – Arte &amp; Tecnologia, vol. 1” (2010) procura elaborar um cenário das várias pesquisas sobre a arte e seus desdobramentos no universo maquínico, como definiria muito bem o filósofo Gilles Deleuze, em “Crítica e Clínica” (1993).. Dentro dessa abordagem, ainda, o livro debruça-se na gênese do desenvolvimento tecnológico presente nas produções artísticas. Para isso, alguns artigos<br />
retrocedem às manifestações tecnológicas e técnicas presentes na arte no princípio do século passado, como são apontadas no trabalho de Milton Nakata (2003), com a sua visão das ilustrações. Nele, o autor explora os diferentes atalhos em que as técnicas solidificaram os produtos midiáticos, momento em que a mídia impressa – representada principalmente pelas revistas, pelos cartazes etc. – credencia o fenômeno. Estão abertas as chances de as TIC´s construírem-se dentro de paradigmas midiáticos bem consistentes.</p>
<p>Extrapolando o fenômeno midiático, &#8211; no universo das técnicas, também, &#8211; outro artigo chama-nos a atenção para os cartazes da Belle Epoque; visto com riqueza de detalhes, Romão (2002) elenca em seu excerto de tese, em Comunicação e Poéticas Visuais, as diversas manipulações técnicas criadas nos cartazes. O autor realiza um trabalho de garimpagem desses produtos midiáticos, cruzando as abordagens de estilos no passado das artes multimidiáticas.</p>
<p>Diana Domingues, contudo, ressalta em seu artigo “Por uma ecologia das imagens nos sistemas interativos em Software Art: complexidade e iconicidade”, a emergência de abordagem ligada à teoria ecológica da imagem ao explorar as várias modalidades da arte na relação complexidade e espaço, propondo práticas criativas em Software Art “seguindo a proposta de W alter Benjamin do artista-engenheiro como sendo o ‘autor produtor’, ao conceber um sistema interativo que lida com o aparato tecnológico para intervenções na cultura (Domingues, 2010)”. E nessa linha, Emilio García Fernandez apresenta a TV digital Espanhola, os desafios e as virtudes de um sistema que operacionaliza criação e tecnologia.</p>
<p>O livro “Série Poéticas Visuais – Arte &amp; Tecnologia” procura elucidar as várias pesquisas dos docentes do Programa Poéticas Visuais, em que despontam Maria do Carmo<br />
Jampaulo Palhaci, Maria Antonia Bennutti entre outros, onde o cruzamento dessas pesquisas propõe um novo olhar sobre as tecnologias.</p>
<p>Diante disso, o “Arte &amp; Tecnologia”, em seu primeiro volume, antecipa algumas tendências de análise tecnológica sobre a arte, suas inferências, investigações e desdobramentos. Estando, já no prelo, o volume 2, a ser lançado no segundo semestre de 2011. Vale a pena acompanhar os novos olhares de pesquisadores envolvidos direta ou indiretamente neste fenômeno de intensos hibridismos como é a Arte em sua dimensão tecnossocial. Fica o convite a todos para leitura e estudos.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ricardo Nicola</strong></em></p>
<p>Enveredando-se pelos caminhos das tecnologias da informação e da comunicação (TIC´s), o livro “Série Poéticas Visuais – Arte &amp; Tecnologia, vol. 1” (2010) procura elaborar um cenário das várias pesquisas sobre a arte e seus desdobramentos no universo maquínico, como definiria muito bem o filósofo Gilles Deleuze, em “Crítica e Clínica” (1993).. Dentro dessa abordagem, ainda, o livro debruça-se na gênese do desenvolvimento tecnológico presente nas produções artísticas. Para isso, alguns artigos<br />
retrocedem às manifestações tecnológicas e técnicas presentes na arte no princípio do século passado, como são apontadas no trabalho de Milton Nakata (2003), com a sua visão das ilustrações. Nele, o autor explora os diferentes atalhos em que as técnicas solidificaram os produtos midiáticos, momento em que a mídia impressa – representada principalmente pelas revistas, pelos cartazes etc. – credencia o fenômeno. Estão abertas as chances de as TIC´s construírem-se dentro de paradigmas midiáticos bem consistentes.</p>
<p>Extrapolando o fenômeno midiático, &#8211; no universo das técnicas, também, &#8211; outro artigo chama-nos a atenção para os cartazes da Belle Epoque; visto com riqueza de detalhes, Romão (2002) elenca em seu excerto de tese, em Comunicação e Poéticas Visuais, as diversas manipulações técnicas criadas nos cartazes. O autor realiza um trabalho de garimpagem desses produtos midiáticos, cruzando as abordagens de estilos no passado das artes multimidiáticas.</p>
<p>Diana Domingues, contudo, ressalta em seu artigo “Por uma ecologia das imagens nos sistemas interativos em Software Art: complexidade e iconicidade”, a emergência de abordagem ligada à teoria ecológica da imagem ao explorar as várias modalidades da arte na relação complexidade e espaço, propondo práticas criativas em Software Art “seguindo a proposta de W alter Benjamin do artista-engenheiro como sendo o ‘autor produtor’, ao conceber um sistema interativo que lida com o aparato tecnológico para intervenções na cultura (Domingues, 2010)”. E nessa linha, Emilio García Fernandez apresenta a TV digital Espanhola, os desafios e as virtudes de um sistema que operacionaliza criação e tecnologia.</p>
<p>O livro “Série Poéticas Visuais – Arte &amp; Tecnologia” procura elucidar as várias pesquisas dos docentes do Programa Poéticas Visuais, em que despontam Maria do Carmo<br />
Jampaulo Palhaci, Maria Antonia Bennutti entre outros, onde o cruzamento dessas pesquisas propõe um novo olhar sobre as tecnologias.</p>
<p>Diante disso, o “Arte &amp; Tecnologia”, em seu primeiro volume, antecipa algumas tendências de análise tecnológica sobre a arte, suas inferências, investigações e desdobramentos. Estando, já no prelo, o volume 2, a ser lançado no segundo semestre de 2011. Vale a pena acompanhar os novos olhares de pesquisadores envolvidos direta ou indiretamente neste fenômeno de intensos hibridismos como é a Arte em sua dimensão tecnossocial. Fica o convite a todos para leitura e estudos.</p>
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		<title>A Poética de Amedeo Modigliani &#8211; O Anjo de Olhar Grave</title>
		<link>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/artigos-2/a-poetica-de-amedeo-modigliani-o-anjo-de-olhar-grave/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Amedeo Modigliani]]></category>
		<category><![CDATA[O Anjo Melancólico]]></category>
		<category><![CDATA[The Melancholy Angel]]></category>

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		<description><![CDATA[Artista que viveu apenas 36 anos, em que parte deles coincidiu com os anos difíceis da Primeira Guerra Mundial. A exposição organizada pelo Restelini permite a apreciação das contribuições de Modigliani nos dias de hoje, e monitora as mensagens das densas experiências deste artista . As pesquisas realizadas por Modigliani mostram suas preocupações, bem como a gravidade do ponto econômico-social do momento de efervescência de debates estéticos.
Hoje, através da exposição Modigliani: O Anjo Melancolico, o público tem a oportunidade de acompanhar as experiências do artista e saber mais sobre os eventos no contexto ou até mesmo refletir sobre as questões mais emergentes da arte do século por vir.
Em suas obras são evidências de intensa reflexão e ternura para os menos afortunados. A escolha dos temas e modelos demonstra estas preocupações. Assim, aparecem em suas obras: a filha da mulher no comando do edifício, as crianças fracas e meninas bonitas do povo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Elza Ajzenberg</em></strong></p>
<blockquote><p><em>RESUMO</em></p>
<p>Artista que viveu apenas 36 anos, em que parte deles coincidiu com os anos difíceis da Primeira Guerra Mundial. A exposição organizada pelo Restelini permite a apreciação das contribuições de Modigliani nos dias de hoje, e monitora as mensagens das densas experiências deste artista . As pesquisas realizadas por Modigliani mostram suas preocupações, bem como a gravidade do ponto econômico-social do momento de efervescência de debates estéticos.<br />
Hoje, através da exposição Modigliani: O Anjo Melancólico, o público tem a oportunidade de acompanhar as experiências do artista e saber mais sobre os eventos no contexto ou até mesmo refletir sobre as questões mais emergentes da arte do século por vir.<br />
Em suas obras são evidências de intensa reflexão e ternura para os menos afortunados. A escolha dos temas e modelos demonstra estas preocupações. Assim, aparecem em suas obras: a filha da mulher no comando do edifício, as crianças fracas e meninas bonitas do povo.</p></blockquote>
<blockquote><p><span id="more-553"></span><em>ABSTRACT</em></p>
<p>Artist who lived only 36 years, in which part of them coincided with the difficult years of World War I. The exhibition organized by Restelini allows appreciation to the contributions of Modigliani in the present day, and monitor the dense messages of the experiences of this artist. The searches undertaken by Modigliani graze his concerns, as well as the seriousness of the social-economic point of the moment of ferment aesthetic debates.<br />
Today, through the Modigliani exhibition: The Melancholy Angel, the public has the opportunity to follow the artist’s experiences and inquire about the events in context or even ponder over the most emergent issues of art of the century to come.<br />
In his works are evidence of intense reflection and tenderness for the less fortunate. The choice of themes and templates demonstrates these concerns. Thus, appear in his works: the daughter of the woman in charge of the building, weak children and beautiful girls of the people.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Textura ótica do texto: o visível com condição do legível</title>
		<link>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/artigos-2/textura-otica-do-texto-o-visivel-com-condicao-do-legivel/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[carta-desenho]]></category>
		<category><![CDATA[Di Cavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[drawing-Ietter]]></category>
		<category><![CDATA[Mario de Andrade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso propósito é um carta-desenho de Di Cavalcanti, enviada para Mario de Andrade. O sentido surge da relação entre o desenho do retrato e da escrita do retrato que o pintor fez de si mesmo. Para resgatar o legível e o visível, uma carta de Poussin enviada para Chantelou em 1639, será o instrumento heurístico para a nossa análise.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Guiomar Josefina Biondo</em></strong></p>
<blockquote><p><em>RESUMO</em></p>
<p>Nosso propósito é um carta-desenho de Di Cavalcanti, enviada para Mario de Andrade. O sentido surge da relação entre o desenho do retrato e da escrita do retrato que o pintor fez de si mesmo. Para resgatar o legível e o visível, uma carta de Poussin enviada para Chantelou em 1639, será o instrumento heurístico para a nossa análise.</p></blockquote>
<blockquote><p><span id="more-550"></span><em>ABSTRACT</em></p>
<p>Our purpose is a Di Cavalcanti’s drawing-Ietter, sent to Mario de Andrade. The sense emerges from the relationship between the drawing-portrait and the writing¬portarit, which the painter made of himself. To ransom the legible and the visible, a Poussin’s letter sent to Chantelou in 1639, will be the heuristic instrument to our analysis.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Recontando o recontado</title>
		<link>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/artigos-2/recontando-o-recontado/</link>
		<comments>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/artigos-2/recontando-o-recontado/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Recontando o recontado]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns títulos que, sob um olhar furtivo, causam tumultos e mexem com a nossa imaginação. O texto de Ana Maria Machado - Ponto a ponto - e o tema de uma reunião na Universidade de Brasília - LER: o ensino de leitura e recepção - intertextualizados no ato da leitura são suficientemente provocadores.
Então, a partir deles pode surgir uma forma de rasgar-se, como com um bisturi em uma folha de papel em branco e desenhar com a palavra. Neste modo de pensar, podemos escrever o nosso texto, começando por citar um ensaio de Glawinski (1977), no qual o autor diz que a crítica literária só recentemente se tornou interessado na leitura, seja como objeto de reflexão, ou como uma ferramenta descritiva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Nelyse Salzedas </em></strong>e<em></em><strong><em> Rivaldo Paccola</em></strong></p>
<blockquote><p><em>RESUMO</em></p>
<p>Há alguns títulos que, sob um olhar furtivo, causam tumultos e mexem com a nossa imaginação. O texto de Ana Maria Machado - Ponto a ponto - e o tema de uma reunião na Universidade de Brasília - LER: o ensino de leitura e recepção - intertextualizados no ato da leitura são suficientemente provocadores.<br />
Então, a partir deles pode surgir uma forma de rasgar-se, como com um bisturi em uma folha de papel em branco e desenhar com a palavra. Neste modo de pensar, podemos escrever o nosso texto, começando por citar um ensaio de Glawinski (1977), no qual o autor diz que a crítica literária só recentemente se tornou interessado na leitura, seja como objeto de reflexão, ou como uma ferramenta descritiva.</p></blockquote>
<blockquote><p><span id="more-547"></span><em>ABSTRACT</em></p>
<p>There are some titles that, under a stealthy look, cause unrest and stir with our imagination. The text by Ana Maria Machado &#8211; Point to point &#8211; and the topic of a meeting at the University of Brasilia &#8211; READ: reading, teaching and reception &#8211; intertextualized in the act of reading are sufficiently provocative.<br />
Then, from them can emerge a form of ripping, as with a scalpel in a sheet of blank paper and drawing with the word. In this way of thinking, we may write our text, beginning by quoting an essay of Glawinski (1977), in which the author says that literary criticism has only recently become interested in reading, either as an object of reflection, or as a descriptive tool.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A música e as viagens</title>
		<link>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/em-destaque-2/a-musica-e-as-viagens/</link>
		<comments>http://www.poeticasvisuais.com/edicao-2/em-destaque-2/a-musica-e-as-viagens/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[travel]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[O fenômeno das viagens não é novo na história da humanidade, desde que as primeiras sociedades foram criadas os homens sempre viajou. A política e a economia levou, ou não, muitas viagens, mas foi a arte que em muitos momentos inspirados que a humanidade busca de outras pessoas e lugares. Para viajar sempre implica em uma pesquisa. Pode ser uma busca da felicidade, as emoções, o desconhecido, um encontro com um amigo, o novo ou o velho, a contemplação da beleza, ou mesmodo horror, como aqueles que buscam cenários de uma Transilvânia habitada por vampiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Edson Leite</em></strong></p>
<blockquote><p><em>RESUMO</em></p>
<p>O fenômeno das viagens não é novo na história da humanidade, desde que as primeiras sociedades foram criadas os homens sempre viajou. A política e a economia levou, ou não, muitas viagens, mas foi a arte que em muitos momentos inspirados que a humanidade busca de outras pessoas e lugares. Para viajar sempre implica em uma pesquisa. Pode ser uma busca da felicidade, as emoções, o desconhecido, um encontro com um amigo, o novo ou o velho, a contemplação da beleza, ou mesmodo horror, como aqueles que buscam cenários de uma Transilvânia habitada por vampiros.</p></blockquote>
<blockquote><p><span id="more-544"></span><em>ABSTRACT</em></p>
<p>The phenomenon of travels is not new in the history of humanity, since the first societies were created men always traveled. The politics and economy led to, or not, many travels, but it was art that in many moments inspired mankind to search for other people and places. To travel always implies in a search. It may be a search for happiness, emotions, the unknown, an encounter with a friend, the new or the old, the contemplation of the beauty, or even of the horror, like those who search for sceneries of a Transylvania habituated by vampires.</p></blockquote>
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		<title>La mirada cinematográfica generacional</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[cinematographic shootings]]></category>
		<category><![CDATA[tiroteios cinematográficos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os tiroteios cinematográficos foram discutidos em quase todas as perspectivas possíveis nos últimos cem anos. Os filmes têm sido objetos de paixão, culto e debate em círculos fechados e em setores mais ampliados da sociedade. Também os atores e atrizes foram convertidas em pilares de um consumismo desenfreado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Emilio C. García Fernández </em></strong>e<em></em><strong><em> María García Alonso</em></strong></p>
<blockquote><p><em>RESUMO</em></p>
<p>Os tiroteios cinematográficos foram discutidos em quase todas as perspectivas possíveis nos últimos cem anos. Os filmes têm sido objetos de paixão, culto e debate em círculos fechados e em setores mais ampliados da sociedade. Também os atores e atrizes foram convertidas em pilares de um consumismo desenfreado.</p></blockquote>
<blockquote><p><span id="more-539"></span><em>ABSTRACT</em></p>
<p>The cinematographic shootings have been discussed in almost all possible perspectives in the past hundred years. The films have been objects of cult, passion and debate in closed circles and in more amplified sectors of society. Also the actors and actresses have been converted in pillars of an uncontrolled consumerism.</p></blockquote>
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		<title>El arte y lo sagrado en el origen de la topología del aparato psíquico</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[art]]></category>
		<category><![CDATA[art history]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[história da arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta pesquisa fala da noção de arte e história da arte que têm em seu âmago o paradoxo de ter como material de construção poética e patrimônio imaterial, objetos, artefatos, manifestações culturais e períodos criativos nos quais previamente a noção de arte não existia.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Jesús González Requena</em></strong></p>
<blockquote><p><em>RESUMO</em></p>
<p>Esta pesquisa fala da noção de arte e história da arte que têm em seu âmago o paradoxo de ter como material de construção poética e patrimônio imaterial, objetos, artefatos, manifestações culturais e períodos criativos nos quais previamente a noção de arte não existia.</p></blockquote>
<blockquote><p><span id="more-535"></span><em>ABSTRACT</em></p>
<p>This work shows that the notion of art and art history are linked, since their origin, in a great paradox, which encapsulates the fact that art history is made of objects, manifestations and historical periods in which the notions of art did not exist.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Os primeiros oitenta anos do Cinema Espanhol: una mirada nostálgica</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murillo Ferrari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Saura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[Luis García Berlanga]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Almodóvar]]></category>
		<category><![CDATA[Pere Portabella]]></category>
		<category><![CDATA[Segundo de Chomón]]></category>
		<category><![CDATA[Spanish Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Zulueta Ivan]]></category>

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		<description><![CDATA[Visão panorâmica do Cinema Espanhol, de 1895 a 1970, repensando seus períodos significativos e diretores. Jogando com o cinema pós-guerra censurado, chegando aos diretores de cena jovens como Carlos Saura, Zulueta Ivan, Pedro Almodóvar e nomes de recuperação como: Segundo de Chomón, Luis García Berlanga, Pere Portabella.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>João Eduardo Hidalgo</em></strong></p>
<blockquote><p><em>RESUMO</em></p>
<p>Visão panorâmica do Cinema Espanhol, de 1895 a 1970, repensando seus períodos significativos e diretores. Jogando com o cinema pós-guerra censurado, chegando aos diretores de cena jovens como Carlos Saura, Zulueta Ivan, Pedro Almodóvar e nomes de recuperação como: Segundo de Chomón, Luis García Berlanga, Pere Portabella.</p></blockquote>
<blockquote><p><span id="more-532"></span><em>ABSTRACT</em></p>
<p>Panoramic vision of the Spanish Cinema, from 1895 to 1970, rethinking its meaningful periods and directors. Going throw the censured post war cinema, coming to the scene young directors like Carlos Saura, Ivan Zulueta, Pedro Almodóvar and recovering names like: Segundo de Chomón, Luis García Berlanga, Pere Portabella.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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